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Resumo da Missão
Iniciando Fale com
Nível necessário 100
Pré-requisitos Destino, Fate ou Rivalidade, O Lago Congelado
Nível da missão 140-170
Recompensas XP baseada no nível (Max: 5,476,867), 69,072 Kamas, 5 Kama de Gelo, 5 Orelha de Kaniglu, 5 Pedra de Atomístico, 5 Lã de Maho Gelifox
Itens necessários 1 Embalagem Surpresa ou 1,000 kamas
Sequência Missão Solução
Repetitiva Não

Maldição! é uma missão.


Pegando a missão[]

Alinhamento Neutro: Fale com Emmy Nenciaparda em [4,-6] no Castelo de Amakna.
Alinhamento Bontariano: : Fale com Amayiro em [-33,-56] dentro da milícia de Bonta.
Alinhamento Brakmariano: Fale com Oto Mustam em [-26,36] dentro da milícia de Brakmar.
Emmy Nenciaparda
Diálogo
  • Perguntar se ela tem algum serviço para você.

(trecho não traduzido)

  • Aguardar suas instruções.

(trecho não traduzido)

  • Responder que você está disposto a ajudar nessa missão.

(trecho não traduzido)

  • Despedir-se e partir para Frigost.
Amayiro
Diálogo

FALA DO NPC

  • RESPOSTA.
Você vai receber 1 Carta Selada.
Oto Mustam
Diálogo

Preciso falar com você. É sobre a ilha de Frigost. Eu li o documento oficial marcado com o selo da Prefeita Berna. Está escrito que é tudo culpa de um tal de Traspafrent, mas eu ouvi outros rumores. Nosso mestre e fundador de Brakmar, o grande Djaul em pessoa, deixou a marca dele na ilha. Uma poderosa maldição está em vigor. É importante saber a verdade nessa história toda.

  • Aguardar suas instruções.

Vou lançar uma investigação sobre a égide da Ordem do Coração Sangrento. De agora em diante, você prestará contas ao General Kael. É um veterano Sram que não tem só cerveja na cabeça. Ele vai tomar as decisões certas. Você será o espião dele em Frigost, (seu nome). Vá procurá-lo imediatamente na Torre de Brakmar e transmita esse recado. Rápido, senão eu faço você limpar os cercados públicos com a língua.

  • Ir ver o General Kael.
Você vai receber 1 Carta Selada.

Etapa 1: Maldição[]

Você precisa aprender mais sobre a maldição que provocou a glaciação de Frigost. Você vai encontrar bastante gente, então diga adeus à sua rotina enfadonha. Além do mais, você está trabalhando por uma boa causa: a sua e a do seu mandante.
  • Faça um favor à prefeita do Burgo e aos Frigostianos
É necessário ter concluído a missão O Lago Congelado.
Diálogo
  • Dizer que você está preocupado com o destino dos frigostianos.

Devo admitir que você foi bastante eficaz. Conto com você para desafiar o conde e fazer com que ele pague por seus atos. Mas antes de enfrentar o conde Traspafrent, talvez você possa nos ajudar de outra maneira. Imagino que já tenha ouvido falar da maldição de Djaul, não?

  • Responder que sim.

As tramoias do conde provocaram a ira do Protetor de Descendor. O Grande Chafurdador liberou seu poder sobre a ilha, nos fazendo sofrer com o inverno dia após dia, ano após ano.
Eu não sou especialista em artes ocultas. As forças sobrenaturais que agem em Frigost estão fora da minha alçada, mas eu adoraria aprender mais sobre elas... E é aí que você entra.

  • Deixar claro que você não é um especialista em maldições.

Eu ouvi falar de grandes magos que viviam em Amakna. Eu não posso sair do burgo para ir consultá-los. Você, no entanto, é livre e pode ir aonde quiser. Tem como você interrogar os eruditos cujos nomes estão listados neste pergaminho, por favor? Pergunte a eles o que sabem a respeito do que aconteceu com a nossa ilha. Se eles conseguirem encontrar uma solução possível para os nossos problemas, serão bem recompensados.
Aceita ir ao continente? Eu sei que você tem outros mestres... Não se preocupe, não estou lhe pedindo para traí-los. Estou simplesmente oferecendo uma oportunidade de fazer com que as coisas avancem por aqui.

  • Aceitar a proposta e partir para Amakna.
Diálogo
  • Perguntar sua opinião sobre a maldição de Frigost.

A glaciação de uma ilha inteira é um fenômeno elementar muito importante. Mas, no caso de Frigost, outras energias foram responsáveis pelo acontecido. É uma questão de manipulação do tempo, em todos os sentidos. Eu não sou especialista no assunto, então não sei dizer exatamente o que aconteceu, mas vou lhe dar um conselho mesmo assim.

  • Continuar ouvindo.

O frio intenso que reina em Frigost é uma anomalia, mas é também uma fonte de poder. Eu não sei o que você procura exatamente. Fama? Riqueza? Poder? Em todo caso, espero que esteja preparado para enfrentar aqueles que seguiram o mesmo rumo que você e que o aguardam ao longo do caminho.

  • Responder que você está preparado para tudo.

Bom, boa sorte na sua missão. Não se esqueça de se agasalhar.

  • Agradecer e ir embora.
Diálogo
  • Perguntar sobre a maldição de Frigost.

*para de cantarolar* Ah, Frigost... O que aconteceu nesta ilha foi horrível. Que os deuses, tanto os grandes quanto os pequenos, nos protejam de uma catástrofe como essa no continente! Pela minha barba, não me diga que você é um aprendiz de feiticeiro que sonha com rituais de larga escala? Deixe-me examinar a sua aura astral... Não tenha medo, não vou sondá-lo com o meu bastão.
*faz uns gestos estranhos* Hmm... a magia que o rodeia não tem nada de maléfica. Você não representa um perigo. Não por enquanto, pelo menos.

  • Responder que você é uma pessoa perigosa quando quer.

Sim, claro, não duvido nem um pouco. Então quer dizer que você está querendo entender a natureza de acontecimentos que ultrapassam o entendimento? Não posso criticar você, pois também sou curioso por natureza. Enxergar além das aparências dá um sentimento inebriante, não é?

  • Perguntar o que ele sabe sobre a maldição.

Eu sei que é perigoso se meter na vida dos imortais, principalmente quando a essência deles é demoníaca. Nos meus livros de feitiços, não tenho nenhuma fórmula mágica que seja capaz de anular a maldição de Djaul e, se eu encontrasse alguma nas minhas pesquisas, pensaria duas vezes antes de usá-la. Apesar de todos os esforços que fez, o deus das conjurações, Jebedai, não conseguiu retirar a maldição. O caso é sem dúvida mais complexo do que parece...

  • Agradecer mesmo assim e ir embora.
Iniciará uma batalha contra 1 Assassino Tromático após o diálogo. Outros jogadores podem participar da batalha. Não é necessário vencer a batalha para atualizar a missão
Diálogo
  • Questioná-lo a respeito da maldição de Frigost.

Eu ouvi falar sobre isso. Um belo trabalho, com certeza. Como especialista em cabalística, eu gostaria de ter participado de uma operação de tamanha amplitude. Eu teria acrescentado um pequeno toque pessoal, como por exemplo uma chuva de rãs em fusão, surtos de furúnculos na população ou uma horda de Bworks sedentos por sangue devastando tudo pelo caminho. Mas, mesmo sem isso tudo, foi obra de profissional.

  • Continuar ouvindo, cada vez mais incrédulo.

Isso quase me dá vontade de lançar um feitiço maléfico bem horroroso contra o meu vilarejo. Por exemplo, eu poderia proferir uma maldição linguística que forçasse todos os Bworks a falarem corretamente. Os aventureiros de passagem também se beneficiariam com ela. Infelizmente, estou deprimido demais para começar um longo ritual sem ter certeza do resultado. A solidão é um fardo tão pesado...

  • Dar-se conta de que ele não vai lhe ajudar.

Que barulho é esse? Olhe só, parece que tenho outra visita... Ah, não. Pelo jeito como ele está correndo na sua direção com a adaga na mão, acho que o sujeito não veio aqui para me visitar.

  • Defender sua vida com unhas e dentes.
Diálogo
  • Perguntar o que ele pensa sobre a maldição de Frigost.

É uma tragédia. Eu tive a oportunidade de passar um pouco de tempo na ilha. O passar do tempo foi alterado de uma maneira estranha lá. Os animais nascem e morrem em Frigost como no resto do Mundo dos Doze, enquanto os seres racionais parecem estar presos em um presente eterno. A sorte deles pode até nos parecer invejável, mas ele perderam completamente a liberdade. Se eles deixarem aquelas terras geladas, serão alcançados pelo Relógio Divino.

  • Espantar-se que Xelor tenha permitido uma coisa dessas.

Quem pode alegar compreender os planos do Grande Cronomestre? Será que o Conde Traspafrent, um grande inventor admirado por todos, conseguiu ultrapassar os limites impostos aos mortais? Será que ele foi possuído por poderes maiores que ele? Tantas perguntas continuam sem respostas... Você parece estar em busca da verdade, eu posso ver a determinação nos seus olhos. Quero que fique com isso. *abre uma pequena caixa coberta de gelo*

  • Descobrir um relógio congelado dentro da caixa.

Este relógio tem mais de um século. Ele foi fabricado pelo próprio Conde Traspafrent. Meu avô o comprou de um relojoeiro frigostiano. Quando a ilha se viu prisioneira do gelo, o relógio congelou instantaneamente. Acho que ele poderá ser útil para você. Quem sabe, talvez ele seja a chave do enigma.

  • Agradecer pelo relógio e ir embora.
Você vai receber 1 Relógio Congelado.
  • Encontre informações sobre Badmorva [1,19]
Clique na placa de informação.
Diálogo
Lembre-se!

Há muito tempo atrás, a cruel Badmorva vivia às margens da Floresta Maléfica. Após a terrível batalha de Nokmarre, a feiticeira foi queimada viva como punição por seus crimes. Para que sua alma fosse banida para sempre de Amakna, suas cinzas foram espalhadas em um terra longínqua e amaldiçoada, conhecida pelo nome de Berço da Alma.

Desde esses acontecimentos, ninguém nunca mais falou sobre a sinistra feiticeira.

Mas ela não faz a menor falta.
Diálogo
  • Fazer um resumo das suas conversas com os magos.

Que decepção... Parece que nenhum dos magos amaknianos pode nos ajudar com o problema da maldição.
Mas você não questionou uma pessoa... Badmorva, a feiticeira. Ela foi queimada na fogueira? Hmmm... Talvez você deva voltar para o local onde as cinzas foram espalhadas. No Berço da Alma, a morte é apenas o começo.

  • Partir para o Berço da Alma.
  • Encontre o que resta da Badmorva
Vá para [-54,-76] e clique no barril enterrado na areia.
Diálogo

Como ousam me desafiar? Vocês não são guerreiros... Vocês não passam de Porkassos! Por-kas-sos! Malditos sejam! *lança imprecações no ar*

  • Trazê-la de volta à realidade.

Snrifl. O que é esse calor estranho que emana da sua pessoa? Ele é bem menos intenso que o das fontes de lava... Ah, sim, eu sei o que é. É o calor da vida! Pelas muralhas decrépitas de Tiraslin, você está vivo! Há muito tempo eu não via alguém como você. *funga* O Berço da Alma é o domínio dos mortos, aqueles que ainda não respiram não pertencem a este lugar. Você deve ser muito corajoso para se aventurar por aqui!

  • Perguntar sobre a maldição de Frigost.

Fui eu que amaldiçoeis essa ilha. Adoro amaldiçoar. Snirf. Era meu passatempo preferido quando eu ainda pertencia ao mundo dos vivos. Eu amaldiçoava meus inimigos, meus servos, minhas mascotes... Tudo o que estava ao alcance da minha varinha. Eu amaldiçoei até a minha própria filha. É claro que desde que me tornei um fantasma ficou muito mais difícil cumprir os rituais necessários. *dá um espirro estrondoso.*

  • Responder que você acha que a maldição foi obra do Djaul.

É, bom, talvez ele tenha participado um pouco. Snirfl. *limpa o nariz com o braço*

  • Entregar um lenço de papel.

Não adianta, eu não poderia usá-lo. Sempre tive um nariz sensível. Snirf. Consegui até ficar doente depois de morta. Um absurdo. Maldita seja essa gribe que não passa! *funga*

  • Dizer que você conhece um médico que desenvolveu uma vacina contra a Gribe.

É mesmo? Snirfl. Nesse caso, vá vê-lo imediatamente e traga-me um remédio, senão vou amaldiçoar você e transformá-lo em Porkasso.

  • Recusar e sair correndo para não acabar virando um presunto ambulante.
  • Responder que você não aceita ordens de ectoplasmas velhos e cheios de meleca no nariz.
Você podia mostrar um pouco mais de respeito. *funga* Mas você tem razão. Se me ajudar, eu lhe direi um pouco mais sobre a maldição. Snirf.
  • Aceitar e partir para o Burgo.
Diálogo
  • Pedir um remédio para curar um fantasma gribado.

Eu sou uma pessoa muito ocupada. Agora também terei que curar os mortos, ainda por cima? O que você espera que eu faça?
Bom, você me ajudou, então vou abrir uma exceção. Antes de aperfeiçoar a minha vacina, eu experimentei diversas misturas. Uma delas era muito eficaz: ela curava todos os sintomas da gribe de maneira permanente, mas provocava uma paralisia dos pulmões, o que levava o paciente inevitavelmente à morte. Felizmente, este efeito colateral desagradável não afetará o seu doente.

  • Responder que esse remédio deve dar conta do recado.

Vou lhe preparar uma dose, mas, para isso, precisarei de baba de Kaniglu para que a mistura não congele. Este tipo de recurso não é vendido no Burgo, então você vai ter que se aventurar na floresta dos Pinheiros Perdidos e colher algumas amostras direto na fonte.

  • Partir para a Floresta dos Pinheiros Perdidos.
Derrote Kaniglus na Floresta dos Pinheiros Perdidos. Obtenção de base: 30%.
Diálogo
  • Entregar a baba de Kaniglu.

Perfeito. Não teve muitas dificuldades para matar aquelas criaturas cheias de dentes?
Aguarde alguns instantes... Pronto, optei por uma mistura gasosa. Me pareceu mais apropriado, dada a natureza etérea do sujeito. Se você quiser, posso lhe preparar um supositório, mas isso leva tempo e vai me atrapalhar.

  • Contentar-se com a versão gasosa.

Muito bem. Agora tenho que ir, tenho três casos de zinuzite e duas amputações de membros congelados me esperando.

  • Agradecer e ir embora.
Você vai receber 1 Remédio Mortal.
Diálogo
  • Mostrar o remédio mortal.

*funga* Você encontrou o que eu pedi? Pelas entranhas fumegantes de um pek fedorento, finalmente encontrei um servo que não é completamente inútil! Snirfl! Vai, borrifa essa mistura no meu ectoplasma... Aaaah, já posso sentir a evaporação dos miasmas... Se eu fosse uma maga boazinha, eu lhe agradeceria, mas como estou mais para uma bruxa má, demonstrarei minha satisfação deixando você vivo.

  • Falar novamente sobre a maldição de Frigost.

Vejo que tem uma boa memória. Como é esperto, já deve ter entendido que o que aconteceu aqui não foi à toa. Quando Djaul deixou fluir sua ira, eu tinha mais o que fazer e outras vítimas para torturar.

  • Continuar ouvindo.

Quando vim parar nesta praia após algumas desilusões em Amakna, me dei conta de que eu não era a única perambulando por aqui sob a forma de um espectro, mas não sou responsável pelo destino desses marinheiros malditos. Eu ouvi dizer que Ben, o Ripata, e sua tripulação estariam acorrentados neste lugar porque o deus Olvido teria confiado a eles uma tarefa pela qual deveriam pagar por toda a eternidade. Não sei mais nada sobre o assunto.

  • Soltar um suspiro de decepção.

Eu sou malvada, cruel e detesto crianças, principalmente os recém-nascidos anunciados por profecias estúpidas, mas não sou ingrata. Para pagar minha dívida, vou lhe fazer uma revelação: se você tiver um papel no destino de Frigost, as Moirnas poderão lhe mostrar o caminho. Encontre-as e encontrará o que procura.

  • Perguntar quem são as Moirnas.

Dizem que elas são mais velhas que certos deuses. Para encontrar as três Moirnas, você terá que entrar na Caverna do Destino. Nenhum mortal conhece a posição exata desse local, mas os espíritos e os defuntos não são limitados pelos sentidos dos vivos. Pegue este olho, não preciso mais dele. Ele o guiará.

  • Agradecer sem muita convicção.

Quando tiver encontrado a caverna, ainda terá que conseguir entrar nela. Você precisará de três oferenda: em eco do passado, um presente inesperado e um pedaço do futuro.

  • Perguntar onde encontrar esses objetos obscuros.

Os fantasmas adoram falar com vozes sepulcrais que parecem vir do além-túmulo. Eu, pessoalmente, nunca usei tais artifícios para assustar minha audiência. Vá falar com os espectros que há por aqui, você acabará encontrando um eco do passado. Os pedaços do futuro são partículas mágicas produzidas por certas criaturas elementares, como aquelas encontradas nas Lágrimas de Uronigrido. Por fim, um presente inesperado são é nada menos que um presente surpresa... As Moirnas são muito brincalhonas, você vai ver.

  • Agradecer as informações e ir embora.
Você vai receber 1 Olho de Feiticeira.
Diálogo

Alto lá! Ninguém entra na Caverna do Destino sem a autorização de seu guardião.

  • Pedir para entrar.

Se quiser visitar este local sagrado, terá que me trazer um eco do passado, um presente inesperado e um pedaço do futuro. Mas não pense que vou lhe dizer onde encontrar tudo isso, não vou fazer o trabalho no seu lugar.

  • Partir em busca das oferendas.
  • Leve as oferendas que o Guardião pediu [-76,-80]
As oferendas são:
Diálogo
  • Entregar as oferendas solicitadas.

Está tudo aí. Sendo assim, estou disposto a deixá-lo passar pela porta da caverna, desde que consiga me derrotar, é claro. Por que essa cara de espanto? Eu sou o guardião, você esperava poder entrar sem ter que passar por cima do meu cadáver? Ora, você não pode ser tão ingênuo.

  • Derrote 1x Guardião do Destino em um único combate [-76,-80]
Diálogo
  • Anunciar que você está pronto para ensinar uma boa lição a ele.
  • * Dizer que você precisa se aquecer antes e sair correndo.
Não é possível que outros jogadores participem da batalha.
  • Entre na Caverna do Destino [-76,-80]
Fale com o Guardião do Destino para entrar.
Diálogo

Você quer brincar comigo? Faz de conta que eu sou uma princesa e você é o malvado que quer me sequestrar. Como serei uma guerreira mais forte que Sônia, a Vermelha, vou cortar você em pedacinhos e depois vou dançar sobre os seus restos antes de jogá-los aos Miaws selvagens. Depois, vamos brincar de casinha e você vai comer todos os pratos que eu preparar. Vou fazer bolos de gelo e sopa de pedras. Vamos começar.

  • Recusar educadamente e perguntar quem é ela.

Meu nome é Cloturd. Sou a menor das Moirnas, mas não sou a última, hein. Sou eu que decido que fio ou que novelo vamos usar na tapeçaria do destino. Isso significa que meu trabalho é muito, muito importante. Mas, ainda assim, gosto mais de brincar que de trabalhar, é mais divertido.

  • Falar sobre a maldição de Frigost.

Ah, o negócio de Djaul? Você devia ter visto, foi muito legal. Tinha gelo em tudo que era canto e os ponteiros dos relógios giravam loucamente. Bom, é verdade que agora faz muito frio, mas eu gosto. Assim posso fazer vários bonecos de neve. Mas não gostei quando Djaul fez mal à dama azul, porque ela também gosta de neve.

  • Saber mais sobre essa dama azul.

Ela se chama Jiva. Ela é muito forte e muito bonita. Bom, não tão bonita quanto a minha irmã Lachandi, mas muito bonita mesmo assim. Mais bonita que você, de qualquer maneira. Por que o seu nariz é tão grande? Parece até que alguém soprou nele como se fosse um balão.

  • Ignorar os insultos dessa garota mal educada e ir embora.
Diálogo

Bem-vindo à Caverna do Destino. Este é o lugar onde se tecem os fios da sua história, (seu nome). Se você prefere viver despreocupado, sem saber o que o espera, é melhor dar meia-volta.

  • Pergunte quem é ela.

Meu nome é Lachandi. Eu sou a irmã do meio da Cloturd e da Atroskuld. Eu coloco os fios no tear, para tecer a trama da sua existência. Eu contemplo os desenhos da grande tapeçaria do Krosmoz. Eu cuido para que todos cumpram o destino que escolheram, ou para o qual foram escolhidos.

  • Falar sobre a maldição de Frigost.

Você veio aqui porque busca respostas. O mal que age sobre as terras geladas pode ser combatido? Alguns acreditam que sim. Outros esperam que sim. Trata-se de um mal muito antigo, cujas raízes se encontram na origem do tempo, quando o Mundo dos Doze ainda era jovem. Para entender o que aconteceu, você terá que superar seus próprios limites. Terá que enfrentar perigos que apenas os maiores heróis podem vencer. Mas tudo isso você já sabia.

  • Continuar ouvindo.

Djaul não foi o único imortal a pôr os pés em Frigost. Jiva, a Sábia, também teve um importante papel nos acontecimentos. Outros protetores podem ter influenciado o curso das coisas... Talvez você aprenda mais sobre isso mais tarde. Você deve partir em busca daqueles que pretendem ser capazes de pôr um fim à ira do Protetor de Descendor. Eles vivem todos na ilha gelada. Quem sabe, talvez a verdade deles o coloque no caminho da verdade...
Agora vá. Nos encontraremos novamente.

  • Ir embora.
Diálogo

Um comprido. *tchac* Um curto. *tchic* Ah, este é fino como o cabelo de um anjo... *tchac* E o que dizer deste aqui? Essa cor profunda, essa tensão quase insuportável... Outro jovem desmiolado e inconsequente. Sinto muito, amigo, mas você não chegará aos cem... Seu pobre e adorável tolo. *tchoc*

  • Reprimir um calafrio e perguntar quem é ela.

Tenho tantos nomes que nem consigo me lembrar de todos. Pode me chamar de Atroskuld. Sou a mais velha das Moirnas, e minha função é cortar o fio da existência sem piedade. Tudo deve acabar em algum momento, e meu trabalho é garantir que isso ocorra na hora certa. Caso contrário, o caos reiniciará. *tchac*

  • Falar sobre a maldição de Frigost.

A ira de Djaul forma um belo motivo na tapeçaria. Todo esse ódio, fúria e impotência embrulhados em um nó... Você sabe o que compeliu o Grande Chafurdador a amaldiçoar toda a ilha? A mania de grandeza do Conde Traspafrent? Isso é o que a maioria dos frigostianos pensa, inclusive a Berna... Uma razão muito prática para evitar qualquer controvérsia, não acha? *tchic*

  • Implorar para que ela conte mais.

Paciência, (seu nome). Leve todo o tempo necessário para desemaranhar os fios da história. A prefeita revelará as reais intenções para você, no momento certo. Agora, você precisa ir. Vamos nos encontrar novamente em breve! *tchac*

  • Ir embora.
Diálogo
  • Contar sobre o seu encontro com as três Moirnas, omitindo voluntariamente alguns detalhes.

Eu não sabia que as Moirnas realmente existiam... Pensei que fossem só parte do nosso folclore. Então, a que atende por Lachandi sugeriu que certos frigostianos podem ter descoberto um jeito de quebrar a maldição? Eu sabia... Já era tempo de pedir o que realmente quero que você faça.

  • Prestar bastante atenção.

Muitos cidadãos do burgo acreditam que, se o Conde for incapacitado, a ira do protetor de descendor diminuirá. Eu discordo. Embora a derrota de Traspafrent me pareça justa e necessária, não creio que seja o bastante.
Após a glaciação, alguns magos amadores e aspirantes a cientistas tentaram restaurar o clima original de Frigost. Mas eles não estavam botando muita fé nisso, e todos falharam... A resignação e o medo de despertar a ira de Djaul acabaram triunfando. Porém, desde que conseguimos tirar a ilha do isolamento, ao menos parcialmente, alguma coisa mudou.

  • Continuar ouvindo.

A esperança renasceu. Alguns acreditam que é o começo de uma nova era, na qual veremos o fim deste longo inverno. Pela primeira vez em anos, um verdadeiro futuro parece possível.
Preciso da sua ajuda para contratar aqueles que talvez sejam capazes de quebrar a maldição. Encontre-os, e, se forem confiáveis, terão a ajuda de todo o burgo em seus esforços. Tudo o que queremos é que Frigost volte a ser como era.

  • Responder que você precisa pensar no assunto.

Está bem, eu entendo. Venha falar comigo quando tiver tomado uma decisão.

  • Retirar-se para ir fazer o relatório ao seu mandante.
Diálogo
  • Fazer um resumo do que você descobriu desde a última conversa.

(trecho não traduzido)

  • Continuar ouvindo.

(trecho não traduzido)

  • Confirmar.

(trecho não traduzido)

  • Despedir-se e ir embora.
Diálogo
  • Anunciar que você decidiu ajudá-la.

Oh, que notícia fabulosa!
Após uma pequena investigação, encontrei três pistas que você pode seguir. Espero que levem você até as pessoas que podem quebrar a maldição.
Para começar, ouvi lendas sobre uma estranha seita que opera no Vilarejo Soterrado. Como você já sabe, luto sem descanso contra os habitantes desse lugar. Eles trabalham com o Conde Traspafrent, e merecem ser punidos como ele. Porém, os seguidores deste culto podem ter descoberto uma maneira de acabar com a glaciação... Então, quero que você vá descobrir. Comece interrogando Jafrola, o líder do vilarejo.

  • Saber mais sobre a segunda pista.

Você sabe que a agricultura frigostiana costumava ser a vanguarda da inovação. Naqueles tempos, um adubo mágico era usado. Um produto muito poderoso, que fertilizava até a terra congelada pelo frio de descendor...
Oficialmente, este fertilizante desapareceu da face da terra. Mas andei me perguntando se ainda sobrou algum, e, neste caso, se tem o poder de limitar os efeitos da maldição. Os arquivos do Caetano Ventoso devem conter mais informações sobre quem foi a última pessoa a usar o adubo.

  • Perguntar qual é a última pista.

Você já deve ter ouvido falar de um sujeito chamado Guiverme Larvantes, o amuleto da sorte, como dizem. Ele é um Sadida curandeiro. Ao que parece, ele é responsável pelo voraz apetite do pobre Papodonte, entre outras coisas. Pessoalmente, eu jamais acreditei em seus poderes, mas vale a pena verificar se ele fez algum progresso com o tempo. Na última vez, ouvi dizer que havia desaparecido, como muitos outros frigostianos.

  • Anunciar que você encontrou o Guiverme Larvantes.

Minha nossa, isso é perfeito! Agora você só precisa interrogá-lo para saber se ele pode mesmo nos ajudar.

Recompensas[]

Sucessos relacionados[]

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